Ser Carbono Zero é um compromisso com o futuro!

O cenário atual é de preocupação; a incorporadora paranaense GT Building, de olho nas questões sustentáveis, lançará um dos primeiros empreendimentos Carbono Zero do Brasil. Continue a leitura!

A emissão de gases do efeito estufa (GEE) afeta de maneira negativa o ecossistema do planeta. Um exemplo disso é que durante o período da Revolução Industrial — entre 1760 e 1840 — a temperatura média da Terra aumentou em 1ºC e, apesar de não parecer grande coisa, essa elevação causa desequilíbrio ecológico, eventos climáticos extremos, extinção de espécies de vegetais e animais, entre outros desastres naturais. Inclusive, a Conferência do Clima das Nações Unidas (COP26), que aconteceu no final do ano passado, em Glasgow, Escócia, tem como principal meta definir ações que levem o mundo a conter o impacto das mudanças climáticas a um aumento de no máximo 1,5°C na temperatura do mundo.

Na contramão desse cenário, a boa notícia é que o setor de Processos Industriais e Uso de Produtos (PIUP) teve uma queda de 2% nas emissões, indo de 101 milhões de tCO2e (toneladas de carbono equivalente), em 2018, para 99 milhões, em 2019. De acordo com o relatório mais recente do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), uma iniciativa do Observatório do Clima. 

O gerente de sustentabilidade/ESG na FORTE Desenvolvimento Sustentável, Eduardo Mattos, explica que todos os processos que fazem parte da construção de um novo empreendimento emitem uma determinada quantidade de gases do efeito estufa. “É aí que entra a ferramenta do Carbono Zero, a prática vem para compensar essas emissões. O empreendimento não deixará de emitir, mas poderá equilibrar, como se fosse uma balança ecológica, fomentando projetos que atuam para reverter esse cenário”, diz. 

Ele ainda destaca que quando uma área é protegida ela tem a capacidade de crescer e, consequentemente, diminuir a quantidade de gases de carbono na atmosfera. “O uso e promoção de energias renováveis, fomentar e desenvolver a comunidade local promovendo conscientização em relação às emissões também são formas de suprir essa demanda”, acrescenta.

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Ser carbono zero significa calcular as emissões totais, reduzindo o máximo possível e equilibrando o restante por meio de compensações. (Imagem: Canva)

Em maio deste ano, a Organização Meteorológica Mundial (OMM), ligada às Nações Unidas (ONU), divulgou o relatório “Estado do Clima Global 2021”, que apontou 4 indicadores-chave de mudanças climáticas que bateram recorde histórico em 2021. Os números, porém, não podem ser comemorados, já que apontaram que as emissões nocivas de carbono foram as mais altas na história da humanidade. Apenas em 2020, a concentração de dióxido de carbono (CO²) atingiu 413,2 partes por milhão (ppm) globalmente.

Com o objetivo de mudar o panorama, muitas empresas buscam maneiras estratégicas para promover práticas sustentáveis e diminuir a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera. Uma forma de conseguir contornar a situação é por meio da compensação de carbono. Essa prática é chamada de Carbono Zero ou Carbono Neutro, que consiste em neutralizar a sua emissão. Isso é feito mediante a compra de créditos de carbono que são revertidos em ações que irão compensar essa emissão, como, por exemplo, a conservação/restauração de florestas.

O novo lançamento da incorporadora GT Building, o OÁS Barigui, nasce com foco na sustentabilidade. Com 50 andares, 55 pavimentos e 179 metros de altura, o empreendimento será o mais alto da capital paranaense e irá compensar a sua emissão de gases do efeito estufa durante toda a execução da obra por meio da utilização de créditos de carbono. 

“Sendo assim, será feita a medição anual das emissões de gás carbônico juntamente com uma empresa especializada do ramo. Após auferidas, o empreendimento comprará créditos de CO² oriundos de áreas de reflorestamento e projetos de energia limpa. Ou seja, para cada tonelada emitida, haverá uma contrapartida em créditos de carbono”, enfatiza João Alfredo Thomé, Diretor da GT Building.

Apesar do projeto ainda estar em fase inicial, de acordo com o gerente de sustentabilidade/ESG na FORTE Desenvolvimento Sustentável, Eduardo Mattos, é possível estimar que a obra do OÁS Barigui irá emitir até 8.000 tCO2e, sendo que 100% desta emissão será compensada. “A tendência é a GT Building adquirir um banco de créditos de carbono para compensar suas emissões à medida em que a obra evolui”, destaca o profissional.

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O OÁS Barigui será um dos pioneiros em emissão zero carbono, sustentabilidade e inovação de Curitiba! (Imagem: GT Building)

Por fim, ser Carbono Zero faz parte da responsabilidade que todos devemos ter com o planeta e com as próximas gerações. É nossa missão transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável!

O OÁS Barigui, empreendimento da GT Building, é a moradia ideal para quem busca viver em contato com a natureza! 

Além de suas características apaixonantes e únicas, o OÁS Barigui conta com uma localização privilegiada no Champagnat, o que traz comodidade e qualidade de vida aos moradores.

Você pode saber mais sobre o empreendimento em nosso site. Aproveite, também, para conferir outros empreendimentos, que estão localizados em outros bairros nobres da capital. Continue a acompanhar nosso blog para conferir outros artigos sobre sustentabilidade. Acesse!

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